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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Santíssima Trindade Desmascarada



Para os cristãos, a Santíssima Trindade não pode ser derrubada pela Ciência (com suas provas e pesquisas), pela História dos Concílios (com seus registros e evidências) e muito menos com o exame racional do tema. Então, apresento o único veículo aceitável pelos cristãos e que derruba definitivamente essa farsa, e é incontestável para eles: A BÍBLIA !

Na história a Trindade é realmente formada por três pessoas: Tertuliano (inventou), Atanásio(defendeu) e Constantino (decretou).

Vamos deixar os fatos históricos de lado, pois os mesmos já são de conhecimento mais do que suficiente para todo. Existem estudos claros e transparentes com base exclusivamente nas escrituras e os mesmos deixam nitidamente esclarecidos a inexistência de uma Trindade na Divindade.

João 17:3 – E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Muitos debates têm sido travados e todos afirmam ter base bíblica para defender suas idéias. Uns entendem que a divindade é composta por três Deuses (o Deus-Pai, o Deus-Filho e o Deus-Espírito Santo) que são autônomos, mas que agem em cooperação. Outros afirmam que há apenas um Deus que se manifesta de três formas diferentes, mas é o mesmo ser, uma única pessoa. Há ainda quem defenda que há um só Deus composto por três pessoas divinas, co-iguais, co-eternas, co-substanciais, a Santíssima Trindade.

Esta última forma de crença, a mais comum, é adotada pela ICAR e pela maioria das igrejas protestantes. Para eles, Deus não é um ser pessoal, ou seja, Deus não é uma pessoa, mas três pessoas. Não são três deuses, nem uma só pessoa, mas um Deus Composto, um Deus-Tríplice, ou Deus-Triúno. Complicado? Sim… Na interpretação dos Trinitarianos este ensino é um mistério! Por que um mistério? Como tais ensinos carecem de uma base mais sólida e contêm contradições internas de difícil conciliação, seus defensores também ensinam que há um grande mistério por trás destes fatos e que ao ser humano não é dado compreender os mistérios de Deus.

“A Santíssima Trindade é um Mistério para ser aceito, não para ser compreendido”, foi a voz de muitos sacerdotes ao longo da Idade Média e que continua ressoando no século XXI.
Diante de tais interpretações questionáveis, muitos acabam aceitando a “doutrina do mistério” e acreditando que sua salvação não depende do pleno conhecimento de Deus, já que o mesmo é um mistério não revelado. Cristo afirmou que a vida eterna depende do conhecimento do único Deus verdadeiro e de Jesus Cristo, o enviado de Deus (conforme João 17:3). Entretanto, em nenhum lugar na Bíblia é revelado o nome do Espírito Santo, pois ele é o próprio pneuma de Deus, ou seja, um princípio espiritual que (segundo os estóicos) seria a causa da vida.

Existem várias concepções da Trindade. Parte dos trinitarianos crêem em três pessoas divinas co-iguais e co-eternas, outros admitem diferentes níveis hierárquicos e de natureza entre Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo. Independente da crença, todos dizem ter razões bíblicas para acreditar que existem realmente três pessoas divinas e que esses três seres representariam um único Deus. Desse modo, tentam livrar-se da acusação de politeísmo.

Pois bem, tendo somente a Bíblia como critério de avaliação, consideraremos essas afirmações:
Para serem co-iguais, as três diferentes pessoas da Trindade deveriam possuir idêntica autoridade e plena igualdade de poder. As Escrituras Sagradas são muito claras quanto ao fato de que Deus, o Pai, é evidentemente superior a Seu Filho.

Jesus refere-se a Deus como o “Altíssimo” em Lucas 6:35.
Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus.

Isto é, aquele que ocupa a posição mais elevada, que está isolado em nível máximo, numa condição inatingível por qualquer outro ser.

Jesus afirma explicitamente em João 14:28:
Ouvistes que eu vos disse: vou e volto para junto de vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.

Jesus afirma categoricamente em João 13:16:
Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou.

Deus, que enviou Jesus (Seu Filho) é, portanto, obviamente, maior do que Ele, que, repetidas vezes, como em João 5:37:
O Pai, que me enviou, esse mesmo é que tem dado testemunho de mim. Jamais tendes ouvido a sua voz, nem visto a sua forma.

Também o espírito Consolador é inferior ao Pai, uma vez que também seria enviado por Ele, segundo informa Jesus em João 14:26:
Mas o Consolador, o espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.

Jesus afirma e Paulo confirma na epístola a Coríntios, que Deus, o Pai, é maior do que tudo e todos como nas seguintes passagens:
João 13:29 – Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las das mãos de meu Pai.
I Coríntios 15:27-28 – Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.

Se o espírito Santo fosse realmente uma terceira e distinta pessoa divina, nada poderia justificar sua omissão e ausência em textos bíblicos como estes:

I Coríntios 8:6 – Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.

Quando Paulo define o único Deus, ele omite qualquer referência ao Espírito Santo.
Quando Jesus, no Evangelho de Marcos, menciona aqueles que poderiam conhecer a data de sua volta, omite qualquer referência ao espírito Santo. Observe:

Marcos 13:32  Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai.
João 16:32 – Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo.

Se o Espírito Santo fosse uma 3ª pessoa divina, não poderia “Ele” fazer companhia para Jesus em lugar do Pai? Contudo, Jesus nem sequer o mencionou nessa ocasião. Jesus Cristo nunca é chamado “Deus Filho” no relato bíblico. Tudo que fez e disse foi realizado por ordem e permissão do Pai, a quem ele (Jesus) mesmo se referia como “Meu Deus”, conforme os trechos abaixo:

Apocalipse 3:2 – Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus.
Apocalipse 3:12 – Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.
João 20:17 – Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus.
No evangelho segundo João, Jesus ainda afirma:
João 5:19 – o Filho nada pode fazer de si mesmo

Essa idéia se repete no versículo 30. “Eu nada posso fazer de mim mesmo.”
O mesmo pensamento aparece em João 5:17, 19, 30, 36; 8:28, 29; 9:4; 10:25, 32, 37; 14:10,11, 31; 17:4.

João registra 14 vezes em seu Evangelho, que as obras de Jesus não foram feitas por Ele próprio, mas realizadas pelo poder de Seu Pai. Jesus diz que até as palavras que proferia não eram suas próprias em:
João 12:49 – Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar.

Esse pensamento é novamente expresso em João 7:16-18; 8:28, 29, 38; 12:49, 50; 14:24,31; 16:15.
João 9 vezes retrata Jesus revelando que as palavras que proferia eram de Seu Pai!

João 12:44: “Quem crê em mim crê, não em mim, mas naquele que me enviou.”

Bom, se o Espírito Santo fosse uma 3ª e distinta pessoa divina, o Pai não seria o pai! Ou seria? 

Mateus 1:18 – Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo espírito Santo.
Mateus 1:20 – Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do espírito Santo.
Lucas 1:35 – Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus.

A ausência de terminologia bíblica apropriada impede a aceitação da doutrina da Trindade. Alguns exemplos de expressões-chave ausentes da Bíblia, mas encontradas apenas nos credos: “Deus Filho”, “Deus espírito”, “Deus triúno”, “Filho eterno”, “Co-igual”, “Co-eterno”, “triunidade divina”, “Trindade”, “substância” (divina) e “essência” (divina). Nisso, pode-se notar que as pessoas que, inspiradas por Deus, escreveram a Bíblia em sua linguagem original, não acreditavam na Trindade. Os judeus eram uma nação estritamente monoteísta, portanto, eles jamais poderiam sequer imaginar “um Deus em três pessoas”, Jesus disse que eles estavam corretos em seu culto a Deus.

João 4:22 – Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.

Há vários textos bíblicos em que forçosamente a “Trindade” deveria ter sido mencionada, caso fosse uma doutrina verdadeira:
A oração-modelo, ensinada por Jesus Cristo, não menciona a Trindade, nem dois de seus supostos componentes (“Deus Filho” e “Deus espírito”), como destinatária (os) de nossas mensagens de comunhão com o Céu.

Mateus 6:9-13  Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

Quem ora unicamente ao Pai e pede que o atenda em nome de Jesus, como seu mediador, é porque, na prática, não crê na doutrina da Trindade. Quando Jesus foi transfigurado diante de Pedro, Tiago e João, de Moisés e Elias vieram ter com ele, não seria mais lógico que o Pai e o espírito viessem confortá-lo? Por que apenas Deus se manifestou?

Marcos 9:7-8 – este é o Meu Filho amado, a ele ouvi.

Jesus descreve o Pai como o único e verdadeiro Deus ele não deveria ter incluído também o “Deus Filho” e o “Deus espírito”, isto é, a Trindade?

João 17:1-3 – Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Avaliando atentamente, a doutrina da Trindade subsiste ao crivo das Escrituras Sagradas? Se, um dia todos nós estaremos diante de Deus e a sua direita está seu filho, esse Deus que exige adoração. Ou está na hora de você rever suas crenças?
A Bíblia é a palavra de Deus. O veículo através do qual Deus se comunica e inspira os homens através de Seus ditos, Seus costumes e Seus mandamentos. Estariam os trinitarianos, portanto, incorrendo na transgressão do primeiro mandamento?
“Não terás outros deuses diante de Mim”
Bom, já mostramos que não há menções ligando Jesus a Javé (Deus para os íntimos). Vamos analisar agora quem é esse Espírito Santo e qual é o meio que Deus usa para transmitir os dons espirituais:

Atos 2:38 – Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do espírito Santo.
Atos 10:45  E os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo.”

O Espírito Santo é o espírito de:
I Coríntios 2:11 – Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o espírito DE Deus.

O Espírito Santo procede de:
João 15:26- 27 – Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim; e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio.

Vamos observar como Jesus fez para transmitir o Espírito Santo aos discípulos:

João 20:22 – E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.

Em outras palavras, o Espírito Santo procede de Deus (João 15:26-27). Por ser filho de Deus (o Pai), Jay Cee possui a mesma essência do Pai, sendo assim, possui o mesmo espírito do Pai.
E é através do espírito de Deus que Jesus convence os cristãos do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8), habita nos cristãos (Gálatas 4:6) e está presente em todos os lugares ao mesmo tempo (Salmos 139:1-10).
Bom, uma das tentativas de refutação é aquela famosa frase em
João 10:30 – Eu o Pai somos um.

Quem defende a Trindade afirma que a mesma é um mistério e de difícil compreensão, nisso eu tenho que concordar, uma vez que realmente é muito difícil entender algo que segundo a Bíblia não existe, uma vez que Jesus Cristo afirma claramente que ele e o Pai são um. E não que Ele, o Pai e o espírito Santo são um, como afirmam os trinitarianos.

O problema não é a ausência do termo “Trindade” na Bíblia, mas a ausência do conceito de um Deus triúno. Onde na Bíblia está claramente descrito o conceito de um Deus formado por três pessoas?
É valido destacar que versículos onde simplesmente citam o Espírito, o Pai e o Filho não são de maneira nenhuma, suficientes para provar a Trindade – há a necessidade de provar que o único Deus é composto por três pessoas: Pai, Filho e espírito. Enquanto isso, a Bíblia está cheia de passagens afirmando a existência de um Deus único, e que este Deus é o Pai.

Outra refutação (idiota) é citar Gênesis 1:26 e seu famoso “Deus disse a Seu Filho: FAÇAMOS o homem à Nossa imagem”
Uma clara tolice, já que o verbo: “FAÇAMOS”, é um verbo coortativo.
“O coortativo é o volitivo da primeira pessoa. Pode expressar a manifestação da vontade da pessoa que fala, ou um apelo à vontade de outra (s) pessoa (s) com quem ela se identifica ou associa.”

Fonte – PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Fundamentos para exegese do Antigo testamento: manual de sintaxe hebraica.
“O coortativo é o modo volitivo da 1ª pessoa, sendo formado pelo acréscimo da desinência (ah). …”
Fonte – BUDDE, Hollenberg – Gramática Elementar da Língua Hebraica. 8ª edição

Para vc ter outro exemplo de verbo coortativo o mesmo está em:
Gênesis 11:7: Eia, DESÇAMOS, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro.

 “Vale ainda salientar que a Bíblia não revela muitos mistérios e não devemos especular, mas existe uma grande diferença entre “Mistérios não Revelados ao Homem” e atentados à lógica. A doutrina da trindade não é um mistério, é um atentado à lógica, especialmente por violentar o mais elementar conceito sobre quantidade: Três deuses constituem um só Deus.”

Mas ainda há grabdes considerações a serem feitas a favor da trindade: [sic]
 “Estes Três São Um” – I João 5:7
Batismo em Nome do espírito Santo? – Mateus 28:19
A Autenticidade de Mateus 28:19
Se a trindade Não Existe, Como Entender Mateus 28:19?



Agora, vejamos como as outras religiões encaram a Trindade.

“a – D-us em três? A idéia cristã da trindade quebra D-us em três seres separados: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mateus 28:19). Compare isto com o Shemá, a base da crença judaica: “Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D-us, o Senhor é UM” (Devarim 6:4). Os judeus declaram a unicidade de D-us todos os dias, escrevendo-a sobre os batentes das portas (Mezuzá), e atando-a à mão e cabeça (Tefilin – filactérios).
Esta declaração da unicidade de D-us são as primeiras palavras que uma criança judia aprende a falar, e as últimas palavras pronunciadas antes de morrer.
Na Lei Judaica, adorar um deus em três partes é considerado idolatria – um dos três pecados cardeais, que o judeu prefere desistir da vida a transgredir. Isto explica porque durante as Inquisições e através da História, os judeus desistiram da vida para não se converterem.
Alguns pesquisadores ficam com os judeus de que Jesus NÃO é YHWH, ou fica c os cristãos de que Jesus é YHWH.
Essa confusão sobre YHWH realmente existe, encontrei um artigo bem interessante aqui: Qual é o nome de D’us?

Visão Islâmica sobre a Trindade:
“Deus: Só existe um Deus verdadeiro, e seu nome é Alá. Ele é Onisciente, Todo-Poderoso e Juiz Soberano. Contudo, ele não é um Deus Pessoal. Acha-se acima do homem em todos os sentidos, não podendo ser conhecido como uma personalidade. O Islamismo ensina a unidade da essência de Deus, excluindo explicitamente a doutrina da Santíssima Trindade. Não aceita a divindade de Jesus nem o Espírito Santo. Os muçulmanos não crêem na morte e ressurreição de Jesus nem na salvação por seu intermédio.”


Fonte: Ceticismo, ciencia e tecnologia



5 comentários:

Claudio Nascimento disse...

Mas Jesus, foi morto por se fazer igual a YHWH. Ou será que se fazia igual a Elohim?

Acho que ele Explica: Vós sois Deuses (Elohins)diferente de Malakins.

Será?

Roberto Anjos Freitas disse...

Tenho certeza que base nas Escrituras para manter "a Trindade" não existe. Isso é doutrina da Igreja Católica!

Lôh disse...

Já acho difícil de confiar na colcha de retalhos (bíblia), quanto mais em homens que se aproveitaram de crenças messiânicas que se espalharam junto com a diáspora e transformaram em um sistema religioso (influenciado pelo paganismo romano) que até hoje impera.

Sugiro você dar uma conferida nas matérias desse link: http://planetaateu.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%20-%20Jesus%20Cristo%20Nunca%20Existiu%20%2818%20Partes%29

Pra você ver que o buraco é bem mais embaixo...

Anônimo disse...

Desculpe-me, mas já vi e ouvi argumentos melhores que estes vindos de unicistas, testemunhas de jeová e Judeus, a pobreza dos argumentos é incrível e mostra como sempre um lado da moeda, somente para ponderar o que levou Jesus a morrer, foi o fato de sua afirmação de ser Deus, a história da Igreja afirma essa crença, os concílios apenas punham em forma escrita e explicita o que essa crença normal entre a Igreja da época. Faltou bastante de história da Igreja e de conhecimento sopbre todo o contexto que a envolvia, mas valeu a tentativa.

Anônimo disse...

O anônimo falou em pobreza de argumentos, mas refutar que é bom nada.

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